Ano novo, mudanças
Há quem diga que o ano só é novo depois do Carnaval. Apesar da correria de janeiro, para começarmos a solucionar as demandas pós-festas de fim de ano, sou obrigada a dar o braço a torcer e concordar. Apesar de todos os profissionais, e empresas, de todas as áreas, irem retomando suas atividades, aos poucos (ou, em alguns casos, nem terem dado uma pausa), após merecido descanso, as coisas realmente só engrenam de fevereiro em diante.
Penso que o ano novo só será, realmente, novo, para cada um de nós, se nos propusermos a mudar o que precisa de ajustes para melhorar, seja de forma individual, particular, ou de forma coletiva, para o mundo como um todo. É claro que há mudanças mais simples que, para acontecerem, exigem, minimamente, dedicação, enquanto outras mais complexas também nos exigem, por exemplo, condições financeiras.
O principal, para haver mudanças, além da nossa dedicação, é a boa vontade. Nada feito com má vontade dá certo. Se meio que der certo, não deve durar muito tempo.
O mundo está precisando, encarecida e urgentemente, de mais boa vontade, mais amor, mais empatia. Mas, infelizmente, o maior problema é que muita gente espera tudo para si, mas não pratica pelo próximo, extremamente triste. Muita gente pensa que as tragédias causadas pelo ódio ficaram no passado, nos livros, filmes, documentários de História. Infelizmente, a mais pura e absoluta verdade é que o ódio nunca deixou de existir no mundo. Pior: ultimamente, pelos motivos mais banais possíveis. De centenas de anos até hoje, o mundo mudou muito, sim, e seria uma tremenda hipocrisia negar esse fato. Muita coisa melhorou, algumas pioraram, e outras continuam iguais. Contudo, é como a gente sempre ouve por aí: se cada um fizer um pouco, fizer o que lhe cabe, de pouco em pouco grandes mudanças surgirão.
Precisamos nos unir mais por um mundo melhor. O ano pode até mudar, mas, se não mudarmos, nossas vidas continuarão sempre iguais.
Um grande beijo, e até a próxima!

