Embora cada um tenha sua própria maneira de pensar, de agir etc., tem uma coisa que, eu sei, todo mundo tem feito igual, nas últimas quatro Copas do Mundo de Futebol: dizer que não vai se empolgar, que não vai torcer e, quando dá por si, está combinando de juntar a família, os amigos, fazer uma comidinha gostosa nos dias de jogos da seleção brasileira, e assim por diante.
Da última vez que o Brasil levantou a taça, no penta, em 2002, eu ainda não tinha dado as caras nesse mundo. Nasci em outubro daquele ano. Então, não sei qual o sentimento, qual o sabor dessa vitória grandiosa que nos fez conhecidos, até então, como os melhores do mundo.
Dali para a frente, infelizmente, foi “só para trás”. As derrotas que mais me marcaram, negativamente falando, foram o traumatizante 7×1, da Alemanha, em 2014, e, mais recentemente, a derrota para a Croácia, nos pênaltis, em 2022.
Vi no Instagram um meme muito engraçado, há alguns dias, que na verdade seria cômico se não fosse trágico, porque traz a mais pura verdade, ao dizer que, neste ano, o Brasil vai conquistar o hexa de qualquer maneira. Se for campeão, será a sexta taça que vai levantar. Se não for, também será a sexta Copa que não vence.
Não tenho, assim, tanta esperança de que o hexa (de campeonato, diga-se de passagem) venha dessa vez. Mas sei é que vou torcer muito, como sempre (e muito provavelmente, na eventualidade de mais uma amarga eliminação, jurar que nunca mais assistirei a um jogo, pra variar, e, em 2030, estarei torcendo de novo).
Na minha opinião, para a nossa tão sonhada sexta taça ser levantada, falta nossos jogadores pararem de se preocupar com dancinhas, cortes de cabelo etc., e se preocuparem em jogar futebol. Afinal, é para isso que eles ganham, e muito bem, por sinal.
Um grande beijo. E vamos torcer!
