Mais uma vez, o sonho do hexa da seleção brasileira de futebol masculino fica para a próxima.
Para quem gosta de futebol, ou mesmo para quem, talvez, nem goste tanto assim, mas compreenda que a Copa, por reunir seleções do mundo todo, une, aproxima as pessoas, essa informação já é um tanto quanto dolorosa.
Infelizmente, dá para piorar. Como se a eliminação do Brasil já não fosse grande coisa (e, de certa forma, mesmo para mim, que gosto de futebol, da Copa, acaba não sendo, afinal de contas, ganhando ou perdendo, os jogadores vão ter seus vários milhões em suas respectivas contas bancárias, enquanto pessoas com profissões normais vão seguir suas vidas, suas lutas, como de costume), a história ainda fica pior com a série de erros, de injustiças que aconteceram na competição. Desde pênaltis não marcados em favor de determinadas seleções, faltas errôneas, equivocadas, em favor de outras, até o favoritismo escancarado para a Argentina demonstrado pela Fifa, fora a propagação excessiva de bets, as famosas apostas que, em outras ocasiões, de outras competições, foram alvo de investigações em razão de suspeita de manipulação de resultados, o que francamente, em minha nada humilde opinião, beira o absurdo, pela desonestidade.
Sou jovem, ainda há muita coisa na vida que meu entendimento sobre ela não alcança, e obviamente entendo menos ainda de futebol, mas, ainda assim, ouso dizer que sinto falta de quando o futebol era só futebol mesmo, e os jogadores tinham amor às camisas que ousassem vestir, embora, é claro, também fizessem bom proveito do salário recebido em suas carreiras.
Dito isso, me resta desejar, me resta esperar que, na próxima edição dessa competição os jogos sejam mais limpos e mais honestos, e que possamos somente comemorar, que é como essa competição deve acontecer.
Um grande beijo e até a próxima.
