O tema da coluna da vez é algo que já existia, mas foi reinventado: UGC, user generated contente. No bom português, conteúdo gerado pelo usuário, que, em sua definição mais básica possível, nada mais é do que propaganda feita por alguém que não tenha o maior interesse primário na venda daquele produto, serviço, ou na captação de clientes para determinado local.
Alguns bons exemplos são aqueles vídeos que vemos, internet afora, indicando restaurantes de determinada cidade, ou ainda algum produto que já tenhamos visto por aí, para o qual não demos a mínima importância, por não precisarmos dele, e, de repente, num vídeo de uma pessoa super simples em alguma rede social descobrimos que esse produto é “tiro e queda”, milagroso, para dar fim em baratas que tanto atormentam nossas vidas.
Quando essa propaganda, ainda que sem pretensão alguma, ou quase nenhuma, gera resultados positivos para a marca, empresa, loja, restaurante etc., de repente, dá até para se tornar uma collab, uma parceria, o que é bem interessante, visto que o que é bom merece ser compartilhado, e o que talvez não for tão bom assim também, para menos pessoas possíveis saírem no prejuízo. Além do fato de que, quando esse tipo de conteúdo começa a dar resultado para quem o propagou, ele pode complementar ou se tornar de fato renda da pessoa, o que é maravilhoso.
E se engana que, para criar conteúdo, precisamos ter o celular mais bacana, o melhor microfone, a melhor luz, etc. O importante é começar, dar o primeiro passo, do jeito que der, principalmente com amor pelo que se faz e com carisma, com boa vontade. O que precisar ser ajustado, melhorado, se ajusta com o tempo, com novas possibilidades.
Um grande beijo, e até a próxima!

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